Moto de Leilão Pode Rodar? Tire Suas Dúvidas!

Adquirir um veículo em leilão é uma prática que vem se tornando cada vez mais comum por suas características facilitadoras. 

Existem diversas maneiras de conseguir realizar o sonho do carro ou da moto própria por meio de um leilão de veículos. 

Como funciona o leilão de veículos

Dentre as opções para os consumidores está o leilão de seguradoras. Trata-se da venda de veículos de pessoas que uma vez acionaram o seguro e foram indenizadas. Nessa modalidade, é muito comum encontrar tanto motos em situações mais adversas, como com grandes defeitos e faltando algumas peças, como aquelas com bem poucos reparos a se fazer. Logo, é importante avaliar os detalhes da moto que deseja comprar. 

Por outro lado, o leilão feito por bancos e financeiras funciona quando alguém compra um veículo e não consegue continuar os pagamentos das parcelas, obrigando empresas credoras a retirarem o automóvel. 

Ainda, existem as opções de leilão judicial, renovação de frota e até mesmo os promovidos pelo Detran. 

Vantagens e desvantagens do leilão de motos

Uma das principais vantagens de adquirir um veículo por meio de leilão é o preço final dele. Por se tratar de uma modalidade de compra que está sujeita a diversos tipos de carros, em diferentes estados de conservação, existe margem para o comprador negociar o valor final do negócio. 

No entanto, também é possível se deparar com algumas opções de compra não muito vantajosas, o que pode gerar uma dor de cabeça para o motorista no futuro. 

Para garantir que o negócio de leilão de motos será vantajoso, não esqueça de checar com cautela a procedência do veículo, sua quilometragem, seu estado e seus documentos.  

Moto de leilão pode rodar?

Diante disso, existe uma dúvida que acaba surgindo: é possível rodar com uma moto de leilão em qualquer lugar? 

A moto adquirida em um leilão pode ser classificada de duas formas, e é isso que irá responder se o veículo está apto para rodar normalmente por ruas e rodovias. São elas: conservada ou sucata. 

Caso a moto arrematada seja conservada, a resposta para essa dúvida é sim! Ela pode rodar normalmente sem causar grandes problemas para o seu dono. 

Dependendo da origem do veículo comprado, é importante se informar se é necessário fazer um procedimento conhecido como rematrícula do veículo no Detran, que é o órgão responsável por regulamentar motos, carros e caminhões. Ainda, é importante que o dono se responsabilize por pagar o IPVA do ano em questão, que é o imposto que incide sobre veículos automotores. 

Portanto, antes de fechar um negócio em leilão, é indicado saber qual é a procedência do veículo para evitar maiores problemas.

A moto classificada como sucata, por outro lado, não possui direito a uma nova documentação, sendo impossível trafegar. Essas são vendidas unicamente para desmanche.

Regularizando sua moto de leilão

Para realizar a regularização da moto comprada em leilão e poder usá-la livremente, é importante seguir alguns passos no Detran. 

São eles:

  • Requerimento para desbloqueio de sinistro (caso haja);
  • Nota fiscal original de compra da moto do leilão (emitida pelo leiloeiro);
  • Original do Auto de Leilão (emitido pelo leiloeiro);
  • Originais e cópias de documentos pessoais, como RG, CPF e comprovante de residência;
  • Certificado de registro de veículo (CRV);
  • Certificado de segurança veicular (CSV);
  • Laudo de vistoria obtido em Empresa Credenciada de Vistoria (ECV);
  • Comprovante bancário do pagamento da taxa de emissão do CRV (Certificado de Registro do Veículo).

Para saber mais sobre leilão de motos, acompanhe nosso conteúdo sobre como funciona um leilão online e adquira um veículo com apenas um clique!